Se puderem, não hesitem em comprar este DVD "Gorillaz Live in Manchester"...é simplesmente divinal...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
"génio" albarn
rock in ricos

segunda-feira, 26 de maio de 2008
dr.jones com teias de aranha?
Adoro filmes de aventuras, de pura adrenalina, de heróis e vilões.
E este novo filme do Indiana Jones corresponde, de maneira sublime, a todos esses elementos que eu indiquei.
Sou fã de Indiana Jones desde que me conheço: “Os Salteadores da Arca Perdida” e, seria injusto se não o admitisse, as sequelas feitas em 1984 e 1989 fazem parte do meu imaginário de adolescente e jovem adulto.
Por outro lado, o actor Harrison Ford é um daqueles mitos do cinema com quem toda a gente simpatiza e se sente incapaz de lhe apontar o dedo por algum desempenho menos conseguido. A par do famoso arqueólogo/aventureiro, Ford conquistou-me também com o papel de Captain Han-Solo na primeira trilogia de Star Wars!
Não obstante a figura do Arqueólogo, Indiana Jones de teias de aranha só mesmo nos túmulos, cavernas e demais lugares fantásticos que visita nas suas constantes demandas por artefactos míticos.
Harrison Ford está mais velho e isso Spielberg e George Lucas não quiseram esconder. Também as referências a anteriores personagens como é o caso de Marion Ravenwood, ao seu antigo reitor da Universidade, Marcus Brody, do seu pai Henry Jones the First (interpretado por Sean Connery no terceiro filme da saga) e a pormenores deliciosos, como é o caso da arca da Aliança (The Raiders of the lost ark) escondida num armazém ou então o eterno medo de cobras fazem com que Indiana Jones continue a fazer sentido, apresentando um bem rasgado fio condutor que nos convida a ver (no meu caso, rever pela enésima vez) os anteriores filmes.
Historicamente, a acção foi bem delineada. Já não é o Arqueólogo que tenta afastar Hitler (durante a década de 30, em fase de expansão do nacional-socialismo) do acesso aos mais fantásticos artefactos. Estando Indy mais velho, a História avançou e fomos dar à América dos anos 50, envolvida numa gélida tensão ideológica com a Rússia Soviética num típico cenário de Guerra Fria: a caracterização destes mesmos anos 50 está sublime! Desde a corrida armamentista, ao domínio espacial, aos exageros da Doutrina McArthy pela frenética caça às bruxas, em que se via em tudo o que constituía ameaça o Papão Comunista que devora os meninos que não querem comer a Sopa, a espionagem e contra-espionagem e a ameaça nuclear que norteou os anseios do mundo desde finais da 2ª GM até 1989 (queda do Muro de Berlim). Gostei da menção a Estaline que, à data à qual o filme reporta, já tinha falecido estando os EUA e a URSS numa fase de coexistência pacífica...mas penso que, numa óptica mais rigorosa, poder-se-ia ter aprofundado mais a questão do processo de destalinização promovido pelo seu sucessor Nikita Krustchev.Também achei interessante a escala, a caminho do Perú,feita pelo avião da Pan America em Havana, dois anos antes da tomada do poder por Fidel Castro...
Ok...pormenores
E Indy movimenta-se aqui… luta contra os soviéticos, na tentativa de prevenir a sua usurpação de poderosos artefactos que, caindo nas suas mãos, poderão ser letais para os interesses americanos.
Spielberg faz também renascer aqui um dos seus temas mais queridos (presente desde Encontros Imediatos do 3º Grau): o mito dos extra-terrestres!!!
Um guião bem estruturado que obedece fielmente aos guiões anteriores (e digo isto não de forma negativa), em que o ritmo acelerado do filme nos prende à cadeira e ao ecrã.
Até me esqueci de ir comprar pipocas, vejam lá!
Não é o melhor filme de Dr.Jones. Aliás, o primeiro é sempre o primeiro mas há que dizê-lo aqui com frontalidade que, após as tangas do Tomb Raider e a crescente decadência dos Piratas das Caraíbas, dos Eragorns e dos Beowulfs, que bem me soube este serão passado na companhia de Dr.Jones e seus demais companheiros (e família) de aventuras!!!
A não perder... no cinema!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
este é o país...
Não é um dado novo.
As novidades apenas são os factores que, diariamente, agravam este estado de letargia e de contínua aproximação aos países subdesenvolvidos.
Crise económica que se desdobra em crise social e esta que, por sua vez, se manifesta no crescente alheamento da população e completa inércia face a um futuro que se afigura, para muitos, como incomportável.
Este é o país que se prepara mais uma vez para encontrar no futebol a única coisa que realmente o faz ganhar um pouco de orgulho: este é o país do nacional-parolismo que canoniza um futebolista e se acha no direito de exigir que o mundo o reconheça como a maior sensação dos relvados por esse Universo a fora!
Este é o país dos cachecóis à janela e dos pratos vazios à mesa…
Este é o país das pontes, fluviais ou semanais, e do neo-faraonismo das redes de transportes…o país do querer muito a fazer cada vez menos…
Este é o país do “tentar, de qualquer maneira, passar por cima ou por baixo, desde que se passe”…
Mais um ano em que este país vai ser o eterno coitadinho, massacrado e injuriado pelos papões da Europa, em que os árbitros tudo farão para impedir um eventual sucesso no próximo campeonato da Europa, mas que procurarão, bem lá no fundo, a verdadeira alma lusitana… e no fim todos irão gritar, bem alto, o seu nome…
Este é o país onde as notícias se resumem a acidentes rodoviários, a meninas e meninos desaparecidos, que fomentam autênticas versões telenoveleiras e ao constante massacre da comunicação social ao tentar fazer a cobertura do estágio dos novos viriatos em Viseu…
Este é o país destas tristes figuras…
terça-feira, 20 de maio de 2008
a ASAE come criancinhas ao almoço
domingo, 18 de maio de 2008
lagartos...

tomada de consciência: o pitróilo
Assumo-me sim como cuidadoso, em certos aspectos, e louco noutros tantos.
Mas face ao rumo que o mundo está a tomar, não deixo de evidenciar uma profunda preocupação.
Neste caso, já não existe espaço para profecias pois esta já se confirma aí aos olhos de todos.
E só quem é cego ou insensível poderá ignorar tudo o que se desenrola: como uma bola de neve que arrasta tudo e todos à sua volta sem saber onde irá parar.
Realmente a tecnologia e toda a evolução gerada nos últimos dois séculos está neste momento a apresentar a sua factura: os juros são altíssimos.
Explorámos e bebemos os recursos que, há cerca de 35 anos, julgávamos inesgotáveis.
Com esses recursos, nunca pensámos que a Natureza poderia sofrer ou mostrar-se incapaz de manter a harmonia…
E a civilização humana continua a teimar que pode domar essa Natureza: pois o Homem foi à Lua e qualquer dia vai aos outros sistemas solares; porque o Homem vai ao mais íntimo dos fundos oceânicos e consegue curar, prevenir e adaptar toda a Natureza ao seu modo de ser e lazer.
Realmente, há que alterar tudo…se quisermos continuar a ter um mundo para viver.
Os combustíveis estão a um preço incomportável! Qualquer dia terei de vender o carro ou então encerrá-lo na garagem pois já começo a sentir bastantes dificuldades para o manter. E eu só tenho um. Um carro para dois que leva a que a vida se readaptasse.
Há que alterar tudo: desde os horários de funcionamento de trabalho para que toda a gente não se enfie num caos diário, de forma a poder ter nos transportes públicos uma opção sustentável. Se repartirmos pelas horas do dia os horários, evitando que toda a gente se afunilasse nas estradas ou nos terminais dos transportes públicos, penso que realmente poderíamos atingir os objectivos ecológicos e ambientais que pretendemos. Pouparíamos no combustível e não teríamos a desculpa: “Ah, se eu vou de transportes nunca mais lá chego”.
Depois caberá às empresas de transportes públicos rever as suas redes e horários: para quando um serviço nocturno que evite as pessoas de levarem os seus carros à noite?
Estipular na comunidade da banca uma divisão de horários, terminando com a ditadura do horário de atendimento ao público exclusivo apenas quando o mesmo público está também a trabalhar: manhã, tarde e noite.
Promover uma partilha nas diversas empresas e acabar com o síndrome pequeno-burguês do “sagrado fim-de-semana”. Porque é que o comércio tradicional não abre ao sábado e domingo e folga dois dias por semana? Quem é que tem tempo de ir a uma loja durante a semana?
E que tal podermos actuar civicamente ao presenciarmos na estrada uma “nuvem negra de fumo com um carro lá no meio” denunciando-o às autoridades?
Senão, o que será o mundo daqui a 30 anos… se ainda existir…
Escrevo este post para responder a uma série de powerpoints que, diariamente, chegam à minha caixa de email. Penso que vocês sabem do que eu falo: propostas para movimentos babilónicos de boicote às gasolineiras, etc.
Isto tem de começar cá em casa; na casa e na consciência de cada um. Esta subida galopante do preço dos combustíveis não vai parar. E não vale a pena culpar o Sócrates ou o Teixeira dos Santos pois já nem eles mandam nisto…Sabem o que é a Globalização? Sabem no que é que isso afecta e como é que se processa?
quinta-feira, 15 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Há quanto tempo...
(Este vídeo faz lembrar as minhas experiências pueris com a câmara de video dos meus pais e o vocalista parece ter uma escarreta na boca...)
sábado, 3 de maio de 2008
não custa nada...
