quinta-feira, 15 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Há quanto tempo...
...não ouvia esta música!!!!!
Pois é!!!
Ouvi hoje de manhã numa daquelas rádios xungas que nem me lembro a frequência!!!
Só ouvi o minuto e meio do fim pelo que andei, e desatei, desesperado enquanto dava aulas (a trautear na cabeça) à espera de chegar a casa e "fazer o download" (eheheheh)...UPS!!!...
Fica aqui o vídeo de uma grande canção de uma enorme banda liderada por uma das mais poderosas vozes masculinas que alguma vez passaram por este mundo!!!!
Só para partilhar
(Este vídeo faz lembrar as minhas experiências pueris com a câmara de video dos meus pais e o vocalista parece ter uma escarreta na boca...)
sábado, 3 de maio de 2008
não custa nada...

Este fim de semana fica marcado pelo "ir pra rua" de mais uma acção do Banco Alimentar contra a Fome!
Fui ao Jumbo fazer umas comprinhas e lá contribuí com um saco cheio de arroz, enlatados, leite e massa!
Não me custou nada! Não me sinto mais pobre por isso...muito pelo contrário!!!! Enriqueci e muito!!!
E sabendo que a actual crise de produtos alimentares, um dia, poderá bater-me à porta...não me arrependo e muito me saúdo!!!
Vale a pena!!!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
desacordo ortográfico
Após cedermos (dispensarmos) toda a nossa indústria, agricultura, moeda e assistirmos ao crescente vazio cultural e desaparecimento da nossa (só nossa!!!) cultura em detrimento de uma imposição de matrizes culturais iogurteiras e desenraizadas, eis que chegamos ao que apenas faltava para que este país, em 34 anos, perdesse toda a sua razão de existência: o desaparecimento da Língua Portuguesa de Portugal!
Atendendo ao título deste blog e também ao dia que se celebra amanhã, era impossível não prestar atenção a este tema polémico que, desde que me lembro de ser gente, tanto se discute embora, como é óbvio, ninguém sabe, de modo oficial, do que consiste.
O Acordo Ortográfico é um dos pilares da relação de Portugal com os demais países lusófonos; discussão levantada logo após o complicado processo de descolonização e na senda da transformação da imagem de Portugal perante as suas ex-colónias (Brasil, inclusive) e a tão desejada Europa (na altura, dos Nove).
Hoje em dia falamos de Globalização, mundo e sociedade sem fronteiras (apesar dos perigos daí decorrentes) e o tipo de democracia que nos é imposto rejeita qualquer permanência ou foco de matriz cultural nacional: aliás, a meu ver, falar-se de coisas nacionais é sinónimo de fascismo; nacionalismo é conotação imediata de autoritarismo e preconceito!!! São estas as ideias que se ensinam nos livros da escola!
Eu não sei como é que a Inglaterra e os EUA, apesar das guerras disputadas durante o final do século XVIII e inícios do XIX, sempre se conseguiram entender, apesar das diferenças linguísticas no Inglês dos dois países?
Venceram duas guerras mundiais e, se calhar, preveniram outra! Sempre se entenderam apesar de se dizer taxi em Nova Iorque e cab em Londres!
Vejam lá como nunca houve confusões linguísticas quando se uniram para invadir o Iraque!!!
Também é verdade que tinham o nosso Durãozinho para o que desse e viesse no caso de alguma incompreensão em relação a uma expressão ou palavra utilizada no processo de invasão…
Eu nem sei como é que a Holanda, sendo o único país a falar o Neerlandês, não foi agregada à Germanofonia ou Anglofonia…mas nunca deixaram de se impor no mundo, apesar de falarem de uma forma como mais ninguém fala…
Eu nem sei como é que a Holanda, sendo o único país a falar o Neerlandês, não foi agregada à Germanofonia ou Anglofonia…mas nunca deixaram de se impor no mundo, apesar de falarem de uma forma como mais ninguém fala…
A Bélgica não deveria escoher: língua francesa ou flamenga? Em Espanha...Catalunha e Castela e País Basco e a Galiza?
Nunca nós deixámos de ver telenovelas brasileiras nem de contactar com a cultura brasileira ou africana por razões linguísticas!
Perante isto, levanto-me completamente contra este Acordo Ortográfico: uma língua nacional (perdoem-me o termo fascizante) é parte do nosso país e não é política nem números. É nossa cultura, é a nossa forma de ser e de estar…é o que mais nos caracteriza e identifica!!!
Para confusões, já nos bastam os pontapés na gramática que todos os dias lemos e ouvimos!!!
Como professor, repudio, sem cedências, a imposição deste Acordo Ortográfico!!!
Que me reprovem na avaliação, que me apontem o dedo mas hei-de continuar a ACENTUAR a depuração e preservação deste nosso ÚNICO património!!!!
Nunca nós deixámos de ver telenovelas brasileiras nem de contactar com a cultura brasileira ou africana por razões linguísticas!
Perante isto, levanto-me completamente contra este Acordo Ortográfico: uma língua nacional (perdoem-me o termo fascizante) é parte do nosso país e não é política nem números. É nossa cultura, é a nossa forma de ser e de estar…é o que mais nos caracteriza e identifica!!!
Para confusões, já nos bastam os pontapés na gramática que todos os dias lemos e ouvimos!!!
Como professor, repudio, sem cedências, a imposição deste Acordo Ortográfico!!!
Que me reprovem na avaliação, que me apontem o dedo mas hei-de continuar a ACENTUAR a depuração e preservação deste nosso ÚNICO património!!!!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
a dama de ferro está de volta...
A Dama de Ferro está de volta.
O dia 24 de Maio ainda vem longe mas já se acendem lanternas na escuridão que domina o vazio da ala política mais à direita do PS.
Manuela Ferreira Leite, ex-ministra da Educação (no último período cavaquista) e ex-ministra da Finanças (no último governo PSD/CDS-PP, saindo de cena aquando da fuga mundi de Durão), assumiu ainda esta tarde a sua candidatura à liderança do maior partido da (suposta) oposição.
Há cerca de 14 anos, desde que Fernando Nogueira herdou o pesado fardo de tentar fazer esquecer Cavaco silva, sendo derrotado nas legislativas de 95 pelo tom rosa/dialogante de Guterres, que o Partido Social Democrata tem mostrado amplas fraquezas: tanto ao nível ideológico (recordemos que terá já nascido em 74 com dúvidas ideológicas quanto à sua posição política, numa era de profunda radicalização de esquerda e em que tudo quanto se movimentava, mesmo de forma ténue, à direita era prontamente conotado de reacção); como ao nível da praxis política. Em 14 anos, vários foram os líderes e timoneiros, e vários foram os coros (típicos da Tragédia Grega que traçam e marcam o destino) que se levantavam…
O PPD/PSD nasce de uma nova forma de praticar a Social Democracia, vincando nos seus estatutos a linha bem portuguesa da tradição cristã (embora demarcado da família ideológica Democrata Cristã) e do valor nacional.
Primando por uma nacional social democracia, o PSD diferencia-se do PS pela sua componente portuguesa e veiculada à tradição e cultura nacionais, sendo o PS manifestamente um partido conotado com a acção socialista internacional. Nascida da divergência filosófica e ideológica em relação ao Marxismo, a Social Democracia movimenta-se nas tendências reformadoras moderadas e anti-revolucionárias na construção da sociedade mais justa e democrática; primando como valores fundamentais a livre iniciativa e o fortúnio do mérito e da inovação, mantendo o Estado apenas como árbitro no sector económico, não interferindo no jogo de forma directa.
O PSD considera que a base de riqueza de um país deve estar no benefício trazido pela iniciativa privada e não na iniciativa/controlo estatal.
O PS assumiu-se, pelo menos aquando da sua fundação em 73 por Mário Soares, como um partido anti-revolucionário e favorável a uma transição igualmente moderada mas, na base da diferença, estará a sua visão reformadora do que seria um Estado Socialista: o Estado como mantenedor de importantes sectores económicos, estando para a iniciativa privada guardada a fatia restante: o Estado como apoiante e interveniente na iniciativa privada, gerando consórcios e cartéis subsidiários para o desenvolvimento sócio-económico, evitando selvajarias.
O PSD nasce da própria discordância no seio do Partido de Marcello Caetano, a Acção Nacional Popular (ANP), por Francisco Sá Carneiro e Miller Guerra quando estes viram que a fachada da Primavera Marcelista não passava disso mesmo: a inexistência de garantias para uma verdadeira prática democrática.
O Partido nasce em 1974, num período de enorme crispação ideológica. Por vezes, a segunda metade de 74 e o ano de 1975 iriam ser os anos em que o PPD (sigla inicial) seria conotado, pela esquerda mais radical, como a legitimação do legado reaccionário em forma de partido político. Daí o nome PPD (Partido Popular Democrático) ter uma noance menos chocante para o fervor da época revolucionária portuguesa.
O CDS nasce na mesma altura e assume a sua maior vontade de concentrar equilíbrios ao centro, não se esquecendo, igualmente, da linha tradicionalista moderada portuguesa de inspiração católica progressista.
Nos dias de hoje fala-se e debate-se muito acerca da recessão ideológica que confunde os dois maiores partidos portugueses: a questão do Bloco central, tentando, longe das profundas diferenças de outrora, arranjar consensos mais amplos. Tanto à esquerda como à direita.
Qual o perigo disto?
Fernando Rosas, em entrevista à SIC Notícias, falou de um país demasiado pequeno para duas ideologias que convergem na mesma praxis. Que espaço tem este PSD numa altura em que a “travessia no deserto” que faz é condicionada por um outro partido que, lentamente, e aos olhos da opinião pública e do eleitorado, se chega cada vez mais para o território que habitualmente lhe pertencia?
Durante três anos, o PS (Partido Socrático) tem levado a cabo uma política económica profundamente conotada com o que de mais puro se faria num possível governo laranja. A demissão do Estado de anteriores obrigações constitucionais (Serviço Nacional de Saúde, Função Pública) e a entrega de importantes fatias a privados para a gestão de empresas (o caso da EDP e a concorrência que se pretende no sector energético) fazem do PS um Partido que foge da tradição e da base.
Veja-se a OPA da Sonae sob a Portugal Telecom; em que a venda da golden share que o Estado (pela Constituição legitimado) detinha apenas foi travado pela Alta Autoridade para o sector das telecomunicações. Isto agravado pelo facto da ordem supranacional vinda de Bruxelas ter multado o Estado português pela retenção dessa mesma golden share.
Ou seja, o PS anda à nora!!!
Ou liberta ou contrai…
Nos últimos tempos, ouvimos falar do fim da gestão privada no Amadora-Sintra. Medida de cariz socialista puro! Mas já ficámos a saber que o novo Hospital de Todos os Santos terá capitais privados e públicos. Se falássemos em Socialismo moderado, veríamos o PS a primar pela sobrevivência do verdadeiro Estado Providência (uma das grandes obras do Socialismo Moderado no século XX, na matriz das Frentes Populares e Trabalhistas anglo-francófonas) em que a manutenção dos serviços públicos como é o caso da Saúde deveria ser uma das suas principais bandeiras.
Assim sendo, temos um PS a virar mais à direita, mantendo também um ombro encostado na esquerda, tirando de um lado e pondo no outro. Este é o verdadeiro jogo da política.
Será possível uma oposição a si mesmo?
Ou seja, o PSD tem condições de lutar contra aquilo que sempre defendeu?
Realmente, a diferença deve vir ao de cima. As eleições não podem ser adiadas devido a reformulações no partido.
O partido deve reformular a sua relação com o possível eleitorado que terá perdido e que poderia, eventualmente ganhar, mostrando ideias e alternativas e não demagogia barata como, por exemplo, no espaço de seis meses a televisão pública deixar de ter publicidade…
Largos e vastos são os apoios a Ferreira Leite.
Desde Marcelo Rebelo de Sousa ao super-munícipe Rui Rio. A corte e a nobreza de sangue laranja está com a Dama de Ferro lusitana.
Para além de tudo, é uma mulher e penso que as mulheres, se tivessem tido mais oportunidades ao longo da História, talvez o mundo fosse melhor hoje em dia.
Ferreira Leite, de certeza, ganhará o congresso de dia 24 de Maio. Mas não ganhou o eleitorado. Isso é que define a razão e o sentido das coisas. Que ideias? Que alternativas? Que oposição poderá fazer a diferença? Acredito num retorno às origens…à magna carta social democrata e acredito que a ex-super ministra reúne, finalmente, o consenso que se pede.
Boa sorte!
O dia 24 de Maio ainda vem longe mas já se acendem lanternas na escuridão que domina o vazio da ala política mais à direita do PS.
Manuela Ferreira Leite, ex-ministra da Educação (no último período cavaquista) e ex-ministra da Finanças (no último governo PSD/CDS-PP, saindo de cena aquando da fuga mundi de Durão), assumiu ainda esta tarde a sua candidatura à liderança do maior partido da (suposta) oposição.
Há cerca de 14 anos, desde que Fernando Nogueira herdou o pesado fardo de tentar fazer esquecer Cavaco silva, sendo derrotado nas legislativas de 95 pelo tom rosa/dialogante de Guterres, que o Partido Social Democrata tem mostrado amplas fraquezas: tanto ao nível ideológico (recordemos que terá já nascido em 74 com dúvidas ideológicas quanto à sua posição política, numa era de profunda radicalização de esquerda e em que tudo quanto se movimentava, mesmo de forma ténue, à direita era prontamente conotado de reacção); como ao nível da praxis política. Em 14 anos, vários foram os líderes e timoneiros, e vários foram os coros (típicos da Tragédia Grega que traçam e marcam o destino) que se levantavam…
O PPD/PSD nasce de uma nova forma de praticar a Social Democracia, vincando nos seus estatutos a linha bem portuguesa da tradição cristã (embora demarcado da família ideológica Democrata Cristã) e do valor nacional.
Primando por uma nacional social democracia, o PSD diferencia-se do PS pela sua componente portuguesa e veiculada à tradição e cultura nacionais, sendo o PS manifestamente um partido conotado com a acção socialista internacional. Nascida da divergência filosófica e ideológica em relação ao Marxismo, a Social Democracia movimenta-se nas tendências reformadoras moderadas e anti-revolucionárias na construção da sociedade mais justa e democrática; primando como valores fundamentais a livre iniciativa e o fortúnio do mérito e da inovação, mantendo o Estado apenas como árbitro no sector económico, não interferindo no jogo de forma directa.
O PSD considera que a base de riqueza de um país deve estar no benefício trazido pela iniciativa privada e não na iniciativa/controlo estatal.
O PS assumiu-se, pelo menos aquando da sua fundação em 73 por Mário Soares, como um partido anti-revolucionário e favorável a uma transição igualmente moderada mas, na base da diferença, estará a sua visão reformadora do que seria um Estado Socialista: o Estado como mantenedor de importantes sectores económicos, estando para a iniciativa privada guardada a fatia restante: o Estado como apoiante e interveniente na iniciativa privada, gerando consórcios e cartéis subsidiários para o desenvolvimento sócio-económico, evitando selvajarias.
O PSD nasce da própria discordância no seio do Partido de Marcello Caetano, a Acção Nacional Popular (ANP), por Francisco Sá Carneiro e Miller Guerra quando estes viram que a fachada da Primavera Marcelista não passava disso mesmo: a inexistência de garantias para uma verdadeira prática democrática.
O Partido nasce em 1974, num período de enorme crispação ideológica. Por vezes, a segunda metade de 74 e o ano de 1975 iriam ser os anos em que o PPD (sigla inicial) seria conotado, pela esquerda mais radical, como a legitimação do legado reaccionário em forma de partido político. Daí o nome PPD (Partido Popular Democrático) ter uma noance menos chocante para o fervor da época revolucionária portuguesa.
O CDS nasce na mesma altura e assume a sua maior vontade de concentrar equilíbrios ao centro, não se esquecendo, igualmente, da linha tradicionalista moderada portuguesa de inspiração católica progressista.
Nos dias de hoje fala-se e debate-se muito acerca da recessão ideológica que confunde os dois maiores partidos portugueses: a questão do Bloco central, tentando, longe das profundas diferenças de outrora, arranjar consensos mais amplos. Tanto à esquerda como à direita.
Qual o perigo disto?
Fernando Rosas, em entrevista à SIC Notícias, falou de um país demasiado pequeno para duas ideologias que convergem na mesma praxis. Que espaço tem este PSD numa altura em que a “travessia no deserto” que faz é condicionada por um outro partido que, lentamente, e aos olhos da opinião pública e do eleitorado, se chega cada vez mais para o território que habitualmente lhe pertencia?
Durante três anos, o PS (Partido Socrático) tem levado a cabo uma política económica profundamente conotada com o que de mais puro se faria num possível governo laranja. A demissão do Estado de anteriores obrigações constitucionais (Serviço Nacional de Saúde, Função Pública) e a entrega de importantes fatias a privados para a gestão de empresas (o caso da EDP e a concorrência que se pretende no sector energético) fazem do PS um Partido que foge da tradição e da base.
Veja-se a OPA da Sonae sob a Portugal Telecom; em que a venda da golden share que o Estado (pela Constituição legitimado) detinha apenas foi travado pela Alta Autoridade para o sector das telecomunicações. Isto agravado pelo facto da ordem supranacional vinda de Bruxelas ter multado o Estado português pela retenção dessa mesma golden share.
Ou seja, o PS anda à nora!!!
Ou liberta ou contrai…
Nos últimos tempos, ouvimos falar do fim da gestão privada no Amadora-Sintra. Medida de cariz socialista puro! Mas já ficámos a saber que o novo Hospital de Todos os Santos terá capitais privados e públicos. Se falássemos em Socialismo moderado, veríamos o PS a primar pela sobrevivência do verdadeiro Estado Providência (uma das grandes obras do Socialismo Moderado no século XX, na matriz das Frentes Populares e Trabalhistas anglo-francófonas) em que a manutenção dos serviços públicos como é o caso da Saúde deveria ser uma das suas principais bandeiras.
Assim sendo, temos um PS a virar mais à direita, mantendo também um ombro encostado na esquerda, tirando de um lado e pondo no outro. Este é o verdadeiro jogo da política.
Será possível uma oposição a si mesmo?
Ou seja, o PSD tem condições de lutar contra aquilo que sempre defendeu?
Realmente, a diferença deve vir ao de cima. As eleições não podem ser adiadas devido a reformulações no partido.
O partido deve reformular a sua relação com o possível eleitorado que terá perdido e que poderia, eventualmente ganhar, mostrando ideias e alternativas e não demagogia barata como, por exemplo, no espaço de seis meses a televisão pública deixar de ter publicidade…
Largos e vastos são os apoios a Ferreira Leite.
Desde Marcelo Rebelo de Sousa ao super-munícipe Rui Rio. A corte e a nobreza de sangue laranja está com a Dama de Ferro lusitana.
Para além de tudo, é uma mulher e penso que as mulheres, se tivessem tido mais oportunidades ao longo da História, talvez o mundo fosse melhor hoje em dia.
Ferreira Leite, de certeza, ganhará o congresso de dia 24 de Maio. Mas não ganhou o eleitorado. Isso é que define a razão e o sentido das coisas. Que ideias? Que alternativas? Que oposição poderá fazer a diferença? Acredito num retorno às origens…à magna carta social democrata e acredito que a ex-super ministra reúne, finalmente, o consenso que se pede.
Boa sorte!
sugestão
Não tive oportunidade de acompanhar a série "A Guerra", da autoria de Joaquim Furtado, quando esta estreou há uns meses na RTP1.
Fico contente por saber que estará, a partir de hoje, novamente no ar, embora em hora tardia (00.35), na RTP 2 *.
Mais uma vez fica provado que o canal público apresenta a melhor qualidade em termos de grelha!!!
*Mas ... e uma edição desta série em dvd?
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